{"id":20240,"date":"2026-05-03T10:55:57","date_gmt":"2026-05-03T13:55:57","guid":{"rendered":"https:\/\/conexaodjota.com.br\/?p=20240"},"modified":"2026-05-03T10:55:57","modified_gmt":"2026-05-03T13:55:57","slug":"canetas-emagrecedoras-podem-reforcar-economia-moral-da-magreza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/conexaodjota.com.br\/?p=20240","title":{"rendered":"Canetas emagrecedoras podem refor\u00e7ar &#8220;economia moral da magreza&#8221;"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<p><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-04\/canetas-emagrecedoras-podem-reforcar-economia-moral-da-magreza\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n\t\t\t\t<\/a><\/p>\n<p>A populariza\u00e7\u00e3o dos medicamentos subcut\u00e2neos para o tratamento da obesidade, mais conhecidos como canetas emagrecedoras, tem sido acompanhada de intensos debates. Apesar de produzirem efeitos expressivos\u00a0e de terem conquistado o endosso de diversas sociedades m\u00e9dicas, esses rem\u00e9dios tamb\u00e9m t\u00eam sido usados sem acompanhamento profissional, ou por pessoas que n\u00e3o apresentam obesidade.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1687547&#038;o=rss\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1687547&#038;o=rss\"><\/p>\n<p>Para a professora das faculdades de Sa\u00fade P\u00fablica e de Medicina Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Fernanda Scagluiza, o apelo das canetas nasce da &#8220;economia moral da magreza\u201d.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-04\/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude\">Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal \u00e0 sa\u00fade.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-04\/anvisa-discute-norma-para-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras\">Anvisa discute norma para manipula\u00e7\u00e3o de canetas emagrecedoras.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-04\/anvisa-e-conselhos-da-saude-assinam-carta-sobre-canetas-emagrecedoras\">Anvisa e conselhos da sa\u00fade assinam carta sobre canetas emagrecedoras.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Ela foi uma das entrevistadas do epis\u00f3dio <em>O boom das canetas emagrecedoras<\/em>, exibido pelo programa <em>Caminhos da Reportagem<\/em>, da <strong>TV Brasil<\/strong>, na \u00faltima segunda-feira (27).<\/p>\n<h2>Confira a entrevista para o Caminhos da Reportagem\u00a0<\/h2>\n<p><strong>Caminhos da Reportagem:<\/strong> O que \u00e9 a economia moral da magreza? Como ela se reflete em viol\u00eancia contra as pessoas gordas?<\/p>\n<p><strong>Fernanda Scagluiza:<\/strong> A economia moral significa que se atribuem significados diferentes a determinados corpos. Ent\u00e3o, um corpo magro, um corpo sarado \u00e9 visto como virtuoso, de uma pessoa que se esfor\u00e7ou para chegar at\u00e9 l\u00e1, que tem um grande controle e, com essas ferramentas, ela conseguiu aquele corpo.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Enquanto que, socialmente, um corpo gordo \u00e9 visto como o de algu\u00e9m pregui\u00e7oso, relaxado, que n\u00e3o tem for\u00e7a de vontade, n\u00e3o tem disciplina e outros estere\u00f3tipos tamb\u00e9m muito perigosos, como falta de compet\u00eancia, falta de higiene, que n\u00e3o t\u00eam nada a ver com a realidade das pessoas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>E a\u00ed \u00e9 como se as pessoas, quando entram no jogo social, tivessem uma quantidade de fichas diferentes no bolso. A pessoa que tem um corpo sarado, um corpo magro, est\u00e1 com muitas fichas. Ent\u00e3o, ela tem rela\u00e7\u00f5es sociais melhores\u00a0no trabalho, na educa\u00e7\u00e3o, nas rela\u00e7\u00f5es amorosas. As coisas ocorrem com privil\u00e9gios, enquanto, para as pessoas gordas, \u00e9 o contr\u00e1rio. Sempre que voc\u00ea tem privil\u00e9gio de um lado, voc\u00ea tem perda de direitos e opress\u00e3o do outro.<\/p>\n<p><strong>Caminhos da Reportagem:<\/strong> De onde v\u00eam esses padr\u00f5es?\u00a0<\/p>\n<p><strong>Fernanda Scagluiza:\u00a0<\/strong>Padr\u00f5es de beleza geralmente existem\u00a0desde muito tempo, e v\u00e3o mudando conforme o per\u00edodo hist\u00f3rico. Mas o que eu acho mais interessante a gente pensar \u00e9 que sempre que existir um padr\u00e3o, a gente vai ter algo que \u00e9 impeditivo \u00e0 diversidade.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea olhar um lugar cheio de gente, voc\u00ea vai ver muita gente diversa. Ent\u00e3o, se eu colocar um padr\u00e3o, ou de extrema magreza, como est\u00e1 voltando agora, ou de uma magreza &#8220;saud\u00e1vel&#8221;, ou super musculoso, isso sempre vai deixar muita gente de fora.<\/p>\n<p>E o objetivo \u00e9 esse, deixar gente de fora para alimentar uma ind\u00fastria que vai tentar vender solu\u00e7\u00f5es para isso.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Caminhos da Reportagem:\u00a0<\/strong>Podemos dizer que, hoje, nunca se \u00e9 magro o suficiente?<\/p>\n<p><strong>Fernanda Scagluiza:\u00a0<\/strong>Eu acredito que sim. Eu costumo dizer que toda gordura ser\u00e1 castigada. \u00c9 claro que as pessoas que t\u00eam um peso mais alto, que t\u00eam um corpo de fato maior, est\u00e3o dentro de um sistema de viol\u00eancia, uma estrutura que a gente chama de gordofobia.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Esse sistema vai fazer de tudo para que essa pessoa fique de fora da sociedade, para que se enraize dentro dela a humilha\u00e7\u00e3o, a opress\u00e3o e a falta de dignidade.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ent\u00e3o, essa pessoa certamente \u00e9 a mais prejudicada. Mas mesmo as pessoas que n\u00e3o s\u00e3o gordas sofrem a press\u00e3o est\u00e9tica pela magreza. E isso pode ser mais ou menos intenso dependendo do lugar, do g\u00eanero, da classe social. De maneira geral, mulheres s\u00e3o mais atingidas, mas as pesquisas n\u00e3o s\u00e3o refinadas o suficiente, por exemplo, para gente entender diferen\u00e7as entre mulheres cis, trans e travestis.<\/p>\n<p>Mas hoje o que a gente est\u00e1 vendo \u00e9 que qualquer gordurinha \u00e9 um problema e \u00e9 um motivo para voc\u00ea adquirir uma solu\u00e7\u00e3o, que agora se vende como uma magreza farmacol\u00f3gica.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Caminhos da Reportagem:\u00a0<\/strong>Voc\u00ea acha que a gente estava come\u00e7ando a se desvencilhar da cultura da magreza extrema e que isso agora voltou forte com as canetas emagrecedoras?<\/p>\n<p><strong>Fernanda Scagluiza:\u00a0<\/strong>Eu acho que sim. Mas eu acho que a gente n\u00e3o pode ser ing\u00eanuo. Acho que, a partir dos anos 2010, a gente come\u00e7ou a ter alguma mudan\u00e7a, com o movimento de positividade corporal, tentando passar a ideia de que a diversidade era importante. Mas por que eu falo que a gente n\u00e3o pode ser ing\u00eanuo? Esses espa\u00e7os, na moda, por exemplo, foram conquistados muito a contragosto, e eles cederam uma cota para mulheres com um corpo um pouco maior, mas elas ainda tinham um formato de ampulheta, sem uma dobra de barriga, nada disso.<\/p>\n<p>Agora, eu tenho uma impress\u00e3o de que eles est\u00e3o muito felizes, porque podem se livrar disso e voltar ao padr\u00e3o da magreza extrema. Eu li outro dia uma reportagem dizendo que modelos de passarela, que normalmente j\u00e1 s\u00e3o supermagras, o que eles chamam de tamanho zero, \u00a0chegam para os desfiles de moda e as roupas t\u00eam que ser ajustadas, porque at\u00e9 as roupas tamanho zero est\u00e3o muito largas nelas.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 um cen\u00e1rio muito perigoso, especialmente para crian\u00e7as e adolescentes, que s\u00e3o muito influenci\u00e1veis. Mas eu n\u00e3o acho que a gente estava no para\u00edso antes.<\/p>\n<p><strong>Caminhos da Reportagem:\u00a0<\/strong>De que forma essa febre das canetas emagrecedoras tem afetado as conquistas das mulheres?\u00a0<\/p>\n<p><strong>Fernanda Scagluiza:\u00a0<\/strong>A gente est\u00e1 vivendo uma \u00e9poca temerosa como mulheres. Eu nunca senti tanto medo, e eu sou uma mulher privilegiada.<\/p>\n<p>A gente vive num pa\u00eds que \u00e9 campe\u00e3o em feminic\u00eddio, a gente \u00e9 atravessada n\u00e3o s\u00f3 pelo machismo, mas pelo cis-h\u00e9tero patriarcado o tempo todo. E tem um movimento muito conservador na pol\u00edtica e na sociedade, com essas coisas de <em>redpill<\/em> e de <em>tradwife<\/em>, que seriam as esposas tradicionais.<\/p>\n<p>E o que n\u00f3s, mulheres, estamos fazendo? Nos preocupando com o tamanho das nossas barrigas, que a roupa que a gente queria usar n\u00e3o serve. Sempre se diz que fazer dieta \u00e9 o maior sedativo pol\u00edtico para as mulheres. E esse cen\u00e1rio todo de busca pela magreza extrema, com as canetas, \u00e9 muito conveniente para esse movimento agressivo, violento, retr\u00f3grado. A gente fica voltada para isso e n\u00e3o para a luta que a gente precisa ter.<\/p>\n<p><strong>Caminhos da Reportagem:\u00a0<\/strong>Voc\u00ea tem dito que estamos vivendo a medicaliza\u00e7\u00e3o do corpo saud\u00e1vel por padr\u00f5es est\u00e9ticos. Poderia falar sobre isso? Quais os efeitos na sa\u00fade mental dessa medicaliza\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Fernanda Scagluiza:\u00a0<\/strong>Medicaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 o seguinte: \u00e9 quando uma coisa que \u00e9 da esfera social passa a se tornar algo m\u00e9dico. Ent\u00e3o, a alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno sociocultural desde sempre. A nutri\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ci\u00eancia que existe h\u00e1 pouqu\u00edssimo tempo, mas as pessoas sempre comeram e sempre desenvolveram rituais em torno da comida.<\/p>\n<p>E a gente passou a viver um tempo em que a comida deixou de ser isso\u00a0e passou a ser rem\u00e9dio. Voc\u00ea v\u00ea as pessoas falando, por exemplo, &#8220;vou comer prote\u00edna&#8221;. N\u00e3o, gente! Ningu\u00e9m come prote\u00edna. Prote\u00edna \u00e9 um nutriente. Voc\u00ea come um alimento que vai ter prote\u00edna ali dentro. Mas as pessoas est\u00e3o enxergando dessa forma. Como se comida n\u00e3o existisse. E quando a gente entra na onda das canetas emagrecedoras, isso aumenta ainda mais.\u00a0<\/p>\n<blockquote>\n<p>Em um estudo que a gente est\u00e1 submetendo para uma revista, a gente encontrou o seguinte: as mulheres que j\u00e1 tinham usado as canetas, elas usavam o termo &#8220;vacina contra fome&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ent\u00e3o, a caneta fazia com que a fome se tornasse uma coisa opcional. Imagina, a fome, que est\u00e1 no nosso processo evolutivo desde sempre. Quais s\u00e3o os comportamentos que a gente v\u00ea a partir disso? Algumas pessoas passam a pensar assim: &#8220;eu n\u00e3o vou comer, mas eu preciso bater a meta de prote\u00edna, eu preciso beber \u00e1gua e eu preciso comer fibra, porque sen\u00e3o meu intestino n\u00e3o vai funcionar&#8221;. E isso \u00e9 totalmente medicalizado.<\/p>\n<p>Outro padr\u00e3o que a gente encontrou \u00e9 de algumas pessoas restringindo a alimenta\u00e7\u00e3o o m\u00e1ximo poss\u00edvel. Por exemplo, se elas tinham um efeito colateral de n\u00e1usea, ou v\u00f4mito, elas meio que usavam esse efeito colateral para n\u00e3o comer. E a\u00ed eu lembro de uma frase em particular: &#8220;Foi esse o jeito que eu achei de fechar a boca num n\u00edvel radical para conseguir emagrecer&#8221;.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 perigos\u00edssimo para a sa\u00fade das pessoas e \u00e9 perigos\u00edssimo para a nossa vida em sociedade. Como ficam todos esses rituais? Como fica o aspecto simb\u00f3lico da alimenta\u00e7\u00e3o?\u00a0<\/p>\n<p>A alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u00e9 um direito humano, s\u00f3 isso j\u00e1 devia ser suficiente. A alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel est\u00e1 relacionada com o jeito que a gente pensa, que a gente vive a vida, com a vitalidade do nosso corpo e com a prote\u00e7\u00e3o contra uma s\u00e9rie de doen\u00e7as. Ent\u00e3o, muitas coisas podem acabar se perdendo nesse processo. \u00a0<\/p>\n<h2>Assista ao programa completo no YouTube da TV Brasil<\/h2>\n<p><iframe allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/La6lt5SXHHQ?si=yHJpivhh0Cz0Jwqg\" title=\"YouTube video player\" width=\"560\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A populariza\u00e7\u00e3o dos medicamentos subcut\u00e2neos para o tratamento da obesidade, mais conhecidos como canetas emagrecedoras, tem sido acompanhada de intensos debates. 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